PÁGINAS INDEPENDENTES

29 de set de 2011

Não vou mais falar dos meus pets.
Já falei o suficiente: sobre a Dan (CINCO ANOS), em 12/08/2011; sobre o Dog (NÃO SOU CAT!!! SOU DOG) em 28/06/2011; sobre o Leo (VAI ENCARAR??), em 22/06/2011; sobre a Luna (CADÊ MEU TAPETE VERMELHO?) em 24/06/2011; sobre o Bidu (NÃO POSSO PERDER ESSA CASA) em 25/06/2011.

O animal é tão bacana! Mas também não é nenhum banana!
O animal é paciente, mas quando o homem exagera, qualquer bicho pode virar fera.
Chega um dia, que o bicho chia.
E eu quero ver quem paga o pato, pois vai ser um saco de gatos.”


A letra da música acima, foi escrita por Chico Buarque e tinha forte conotação política, na época.
Há pouco tempo, fiz uma releitura dessa letra, tirei algumas palavras que tinham conotação política e, como a organização social política/humana não é mais aquela, usei as palavras daquela música, como introdução a este Post:
Pois é... os animais estão aí e vão ficar, quer gostemos ou não. Eles são parte da Natureza e, se não houver mais bichos “vai ser um saco de gatos”...
Os animais foram criados para servir o homem, mas devemos saber a ocasião, o objetivo e a  maneira certa de usá-los e, principalmente, devemos saber a diferença entre usar e ABUSAR. Por exemplo: boi não foi criado pra servir de montaria em rodeios; elefantes não foram criados pra vestir sainhas ridículas e assumir posições igualmente ridículas; nenhum bicho foi criado pra servir de alvo em caçadas esportivas; e, cachorros e gatos não foram criados para viver perambulando com frio, fome e medo pelas ruas da cidade.
Acredito que “O animal, por si só, desempenha uma presença viva, afetiva e concreta, que evoca sentimentos e emoções, como alegria, serenidade, medo, raiva e tristeza.”
A frase acima foi extraída  http://equitacaoespecial.blogspot.com e se aplica a qualquer animal coterapeuta. Sinto isso quando pratico equoterapia e convivendo com pets em minha casa.

28 de set de 2011

A PESSOA CERTA NO LUGAR CERTO

  
Era eu...

E eu assumi o compromisso moral de agir... e agi!
Depois de uma tentativa infrutífera (a ré não fora devidamente citada), ontem tivemos uma audiência, dirigida por um Conciliador, no Tribunal de Pequenas Causas, e eu conheci a motorista/ré... mas não houve conciliação, pois a minha proposta foi ver uma sentença judicial. Simples assim.
A audiência inaugural do processo então instaurado foi marcada para 17 de janeiro de 2012, ás 16:00.
Sei que o procedimento judicial é lento, mas eu tenho paciência, pois o meu objetivo vai além de uma simples compensação financeira...



E SEJA O QUE DEUS QUISER!!!


OBS: Para quem não acompanha o caso, saiba como tudo começou lendo o post "moral & direito", de 25/04/2011.

26 de set de 2011

TODO HOMEM JÁ FOI MENINO









Meu filho mais novo, hoje com 35 anos de idade, +/- 1,70 m de altura, 87 quilos de peso e um rosto (que eu considero;-) ) bonito. Ele agora está no palco da vida, fazendo sua própria História, da qual conto uma historinha...

COMEÇO DA HISTORINHA
Há uns 3 meses, ele foi fazer um checkup e o quadro era preocupante: bronquite crônica, 110 quilos, pressão arterial alta, apneia do sono... tudo envolto por um grande stress e grande sedentarismo.
O médico recomendou uma cirurgia de redução de estômago (revelando a urgência da situação...).
Fiquei assustada, pois sei que o procedimento é bastante invasivo (tanto fisicamente quanto psicologicamente) e que o resultado depende muito do paciente, que deve assumir uma nova postura diante da vida... mas optei por confiar no médico que indicou a intervenção, no cirurgião e demais profissionais da área da saúde que o atenderam antes e depois e, principalmente, nele próprio.

O ANDAR DA CARRUAGEM
Minha nora está lutando com ele:
"Viramos vegetarianos e o Fa sai todos os dias às 6 da manhã para correr.
Nossa dieta é a base de frutas, verduras, peixe e carne de soja, sábado chutamos o balde com uma pizza à noite e domingo continuamos nossa dieta normal. Todos emagrecemos, mas ele está sendo um exemplo de esforço."
Hoje (25/09/2011), pela primeira vez na vida, ele participou de uma corrida formal, fazendo um percurso de 5 km. em 39 minutos.
Fa não ganhou o troféu de vencedor da corrida (e nem era o objetivo...), mas estou orgulhosíssima dele e agradecida a Deus, por estar conduzindo todos que o rodeiam por novos caminhos alimentares.


A HISTÓRIA AINDA NÃO CHEGOU AO FINAL, mas é por aí que se chega lá...

25 de set de 2011

MINHA HISTÓRIA COM OS BICHOS - TOM

Quando aqui viviam o Theo e a Mine, o Tom foi adotado.
Ele é resultado do cruzamento entre uma gata Persa, que escapou de casa, com um gato SRD.

O Tom ficou aqui por acaso... era pequeno e raquítico como qualquer gatinho 'bastardo' ;-)     



 


           Depois ficou tão lindo!
Mas, infelizmente, nem todos os humanos gostam de gatos e alguns humanos reclamavam muito dele... visando minha saude psicológica, doei o Tom para uma pessoa da família, com quem eu sabia que ele seria bem cuidado.
E foi. Eu sempre recebia notícias detalhadas sobre ele, assim como fotos pela internet, dele brincando bem feliz e despreocupado.
Mas, fatalidades acontecem e passados seis meses, recebi uma notícia bem desagradável:
—“O Tom desapareceu... ”.
:-((((((((((((((((((((((((((((((((((
O “gatinho” foi uma lição de vida da qual jamais esquecerei. Ele estava sempre de bem com a vida, era educado, obediente, fiel, muito esperto e sabia fazer valer sua vontade no momento oportuno. O jovem Tom ensinou que: só podemos dar aquilo que temos; que sempre teremos alegria de viver, basta procurá-la em nós mesmos; e, que devemos experimentar por inteiro a vida como ela se nos oferece, mas sempre reservando-nos o direito de nos manifestarmos, caso não nos sintamos confortáveis.
A saudade do Tom ainda dói em mim e a imaginação me socorre: penso no Tom feliz, correndo e pulando livre, leve e solto, por esse “mundão” de Deus... Tom corre sem medo rumo ao destino que a vida lhe reservou e me deixou sem saber qual seu rumo...



Consola-me saber que o Tom não vai deixar filhotinhos jogados pelas ruas... ele foi devidamente CASTRADO.

22 de set de 2011

PRIMAVERA

A Primavera chegou, para o "lado de baixo do Equador".


Primavera...

sempre dá a volta...

sempre começa de novo!

Tenho um Buganville, que prefiro chamar pelo nome popular: Primavera!
Plantei em 1999 e ela cresceu e floresceu envolvendo a janela da minha sala de jantar.
Passados uns 5 anos, construi o piso superior da casa e cortaram-na, ficando apenas o tronco principal. Brotou novamente e se apoiou na treliça decorativa acima da janela que continuou envolvida por flores.
Um dia, floresceu tanto que sucumbiu ao peso das próprias flores e caiu. 
Busquei socorro e meu arbusto lindo foi amarrado à treliça, onde apenas se apoiava.
Assim ficou viçosa por algum tempo.
Na sequência, a Primavera foi atacada por pragas...
Limpei os galhos, podei-os adequadamente e apliquei um bom pesticida. Tudo parecia bem, até que o terreno bem ao lado recebeu uma enorme casa, cuja construção se interpôs entre os raios de sol que proporcionavam vida plena à Primavera... e a planta, que ficou desnorteada... mas eu preciso muito dela VIVA e perto de mim!
Mandei construir um "arremedo de pérgula" e direcionei os galhos em direção aos raios de sol que vêm de outro lado.
E, mais uma vez, a Primavera fugiu do inverno: tendo seus galhos apoiados, encaminhou-os em direçao ao sol. Ventos fortes e chuvas fizeram cair suas folhas envelhecidas e surgirram novas folhinhas, tenras e bem verdinhas.
Mesmo com as folhas manchadas pela falta de sol, minha Primavera ofereceu seus galhos como abrigo a passarinhos que construiam ninhos buscando a perpetuação da própria espécie. Pena que a passarinha viu seu ninho entre galhos desfolhados e foi-se embora... Mas, eu já finquei raiz aqui e tenho esperança de ver a Primavera florida novamente.
A PRIMAVERA ME INCENTIVA A SEGUIR LUTANDO POR UM LUGAR AO SOL.


21 de set de 2011

MINHA VIDA COM OS BICHOS - JASMINE







Quando me vi cadeirante e vim morar numa casa (não apartamento) queria um cachorro grande e escuro... de preferência fêmea... e a Mine foi comprada, aos três meses de idade.
Tão bonitinha... tão pequenininha... mas já se percebia que ela ia ficar bem grande.
Entre nós duas criou-se um vínculo fortíssimo e estabeleceu-se um pacto informal de confiança mútua, pelo qual dia a dia eu supria todas as necessidades caninas dela e, em contrapartida, ela supria a minha enorme necessidade de ter uma guardiã a postos... e a Mine foi se revelando muito boa na função de cão de guarda e me trouxe um extraordinário conforto psicológico, provavelmente potencializado pelo fato de eu tê-la visto crescer.
A Mine ficou assustadoramente grande... e parecia mais assustadora por ser escura, o que a meu ver camuflou um pouco aquela cara enganadoramente doce, como dos ursos. Entretanto, a realidade nem sempre corresponde ao que é ideal e, pouco tempo depois, houve um incêndio na minha casa, no qual o fogo ficou restrito à área onde ficava um sistema de aquecimento a gás, ao lado do canil onde a Mine quase morreu queimada... fechada lá dentro.
Minha recuperação psicológica foi rápida e tranquila, mas a Mine ficou traumatizada, porém continuou perfeitamente capaz de exercer seu instinto de guardião, exceto quando, durante a noite se anunciava uma tempestade. A luminosidade dos raios a deixava apavorada e ela pedia socorro, arranhando com a pata a janela do meu quarto de dormir. Causava-me uma estranha  e quase boa emoção ver um bicho tão grande e forte pedindo socorro a um ser humano que nem consegue ficar em pé.
Mas eu queria resolver aquele trauma dela... e uma médica veterinária aconselhou-me a criar outra “feminha” da mesma raça e que a adquirisse logo ao nascer, para que a Mine a adotasse como filha e não se sentisse sozinha no quintal, durante a noite.
A pequena Dan (Dansa Go de El Zorro) veio com um mês de idade. Demorei a tomar consciência de que aquele "pomponzinho" ambulante ia ficar tão forte e confiável quanto a Mine.

                                                             
                                 

18 de set de 2011

ACONTECIMENTO


 
Fui motivada a revirar o baú e revi ::::
formatura... baile de debutante... professores... ruas... praças... colegas de escola... amigos.

Uma amiga do FB me incluiu no TURMA DE APUKA, um grupo fechado do Face, cujos membros vivem ou fizeram parte da sua história em APUCARANA, uma cidade do norte do Paraná.
A inesquecível e querida Apucarana.
Minha amiga Célia ainda mora lá e me incluiu.
A Internet é fofoqueira... mas é bom fofocar... no bom sentido, né?
E eu quero mais é que me achem... que me "acertem"... e a Célia acertou.

17 de set de 2011

video
Os profissionais de arquitetura diriam que é quase um "loft". Eu digo que é quase tudo junto. Tudo aqui se integra: a casa; eu; e, meus pets.
A casa é pequena e ampla ao mesmo tempo.
Há espelhos. Vários espelhos, pois agora sei quem sou: sou uma PNE e, como tal, uso cadeira de rodas... simples assim. 
Minha imagem não me contraria mais. Não que eu goste, mas aceitei...
E além (ou aquém...) disso, espelhos embelezam, dão amplitude e integram ambientes.
Não há degraus na minha casa. Os móveis são poucos e dispostos de forma a me proporcionar fácil circulação pilotando uma cadeira entre uma dúzia de 'peatinhas';-)

No meu 'escrisala' há um espelho que reflete a imagem da 'caixinha do gato', presente do meu filho mais novo. E a Luna (minha cadelinha linda) gosta de sentar nas almofadas sob o mesmo espelho e se admirar;-) e quando olho através dele, vejo o meu quarto sendo arrumado.

16 de set de 2011

MINHA HISTÓRIA COM OS BICHOS - THEO





A sementinha plantada em mim pela convivência com a Baronesa germinava sob meu coração de adolescente casadoura... de mulher... de mãe... até que, depois do divórcio, a sementinha brotou em forma de gato.
Aconteceu assim:
Meu filho mais novo (10 anos) ganhou, do pai dele, um gatinho a quem chamamos Theo. Aquele bichinho, tão fofinho e dependente, fez brotar em mim e nos meus filhos um grande carinho, fortaleceu a união entre nós (que nos unimos pra cuidar dele) e permitiu que pensássemos "pra frente", apesar da contrariedade que nos fora imposta...
Através daquela pequenina criatura, EU VI DEUS ESCREVER CERTO POR LINHAS TORTAS e pudemos pôr em prática, aquilo em que, lá no fundo, eu sempre acreditara:
"Como zeladores do planeta, é nossa responsabilidade lidar com todas as espécies com carinho, amor e compaixão..." (Richard Gere)
 Assumi os cuidados com o pequeno Theo e ele passou a me considerar como "a mamãe".

Aquele felino foi o bicho certo, no momento e lugar certos, até quando, depois de 20 anos ao meu lado, ele voltou a integrar a natureza...


 

13 de set de 2011

UM PEDAÇO DA MINHA HISTÓRIA

Quando me foi "receitada" uma cadeira de rodas, eu morava num pequeno apartamento no 3º andar de um predinho simpático, cujo único acesso era pela escada. Eu queria ficar ali deitada... mas fui convencida (principalmente por meus filhos...) a vender o apartamento e construir uma casa que fosse acessível para minha vida no período "PR" (pós rodinhas)... e foi assim que aconteceu.
Nem palácio nem castelo...
nem bruxa nem fada, nem princesa nem rainha má.
É só minha casa... sou só eu.
Acima de tudo, procuro tornar a casa acessível e ampla para que eu (com minhas necessidades especiais) e meus ‘amigos de estimação’ possamos viver aqui confortavelmente e que seja ao mesmo tempo um lugar agradável, com  alegria, movimento, sons, perfumes...
Vida enfim.
Entrem e vejam como eu vivo.
Mas, antes de entrar, observem o aviso aí...

10 de set de 2011

FRUTA DO PÉ... SIMPLES ASSIM



Hoje teve equoterapia.
Fomos "andar em linha reta", o que significa passear "na natureza"... Bill (o cavalo) estava inquieto e queria comer cada capim na beira do caminho. Quando voltamos, a fisioterapeuta fez com que parássemos ao lado do muro sobre o qual se debruçavam alguns galhos de uma amoreira plantada no terreno ao lado.
O cavalo Bill levantou a cabeça e fartou-se comendo folhas, galhos e algumas frutinhas, tudo ao mesmo tempo;-)
Quanto a mim, fiquei bem agarradinha a ele, enquanto a Bea (fisioterapeuta) colhia amorinhas bem pretinhas para mim!

Gente, há anos eu não comia fruta diretamente da árvore.
Foi como se, por um pequeno lapso de tempo, minha alma revivesse um lado feliz da minha infância.

8 de set de 2011

OBS AO POST DE 31/08/2004

Esclareço que minha insurgência, decorreu da minha condição de cidadã, pois ali, eu era a pessoa certa, no lugar certo e na hora certa... o fato de eu ser cadeirante e idosa é apenas  circunstancial.

 

UMA CARA CONHECIDA NUM LUGAR DESCONHECIDO

                                                      BARONESA
A grande cachorra fora presente para a minha mãe. Meu único tio materno fora o doador do presente.
Eu tinha pouco mais de dois anos quando nos mudamos de uma pequena cidade em Mato Grosso, para uma grande fazenda em São Paulo.
A viagem fora cansativa e eu, ainda abalada por um recente e nefasto acontecimento familiar, estava assustada. Ao ver aquele lugar estranho e aquelas pessoas estranhas fiquei com medo... Agarrada às mãos dos meus pais, segui com eles pela plataforma da estação, até que um vagão do trem foi aberto e um homem empurrou uma grande caixa cheia de furinhos. Meu pai adiantou-se e abriu a caixa.  Eu tive uma maravilhosa surpresa:
_ Baronesa!!!!!!
E, deixando minha mãe amedrontada, corri e abracei a grande cachorra... e ela se tornou um referencial... “a salvadora da Pátria”, pois meus pais estavam justificadamente envoltos na névoa de dor, provocada pela morte intempestiva da minha irmãzinha/bebê...

Algum tempo depois, minha mãe recomendou que eu tivesse cuidado com a Baronesa, pois cachorrinhos/filhotes estavam crescendo na barriga dela.
Eu fiquei encantada, acompanhando de perto aquele “milagre natural”... um belo dia, havia uns 3 ou 4 cachorrinhos, mamando na minha “amigona”... minha mãe ordenou que eu não pegasse os pequenos, pois poderia ser mordida pela Baronesa e eles poderiam ficar doentes.
Mas...um dia não resisti e levei uma amiguinha (humana;-) para ver de perto aquela maravilha! Peguei um dos filhotinhos e a Baronesa segurou meu braço com a boca sem morder... emitia uns sons lamuriosos como um pedido de socorro. Minha mãe apareceu rapidamente e dirigiu-se a mim:
“_ Larga o cachorrinho!”.
Mamãe mandou e eu obedeci;-)
Ato contínuo, Baronesa soltou meu braço, todo babado.
Minha amiguinha (a menina) saiu correndo.?!...

Hoje acredito que aquela criatura estava no lugar certo e na hora certa.
Não conheci o meu tio que a educou, pois ele morreu precocemente, mas sou-lhe muito grata pelo presente...
A Baronesa, sendo como era, foi uma importante coadjuvante na formação do meu respeito pela Vida... e, pela Morte.
Convivi com ela durante toda a primeira década da minha vida. Baronesa viveu 14 anos e morreu com a mesma dignidade com que viveu.

7 de set de 2011

A VIDA É UM ESPETÁCULO

Na semana passada, houve uma reunião familiar festiva em comemoração ao aniversário do meu netinho Felipe, num pequeno salão de festas do edifício de apartamentos onde ele vive.
Eu podia ver minha nora e meu filho circulando com desenvoltura entre as mesas, comandando a festa. Os convidados eram, em sua grande maioria, contemporâneos dos anfitriões. Algumas mulheres grávidas “preparavam” novas pessoinhas.
Nós, as avós estávamos mais ao fundo, comodamente sentadas e esperando sermos servidas.
As crianças estavam brincando ”lá dentro” (brinquedoteca...) e somente apareceram para cantar parabéns e desapareçam rapidamente, fazendo uma agradável barulheira...

Então, pensei que ali estava a comprovação de que todas as filas andam... e de que o decurso do tempo é inexorável... só que às vezes o tempo faz uma parada e escreve um espetáculo, onde a “geração da vez” está no palco; os “aposentados” sentam-se na plateia; e, as crianças ficam na “coxia” esperando a vez para entrarem “em cena”.

O tempo nos deu uma trégua para que gerações se confraternizassem num mesmo espaço.
Eu estava lá... eu vi... eu vivi!

5 de set de 2011

MINHA CASA

Errôneamente, já pensei que minha casa não tinha história, pois não tem nenhum objeto antigo “de família”...
Depois comecei a observar e hoje percebo que a casa onde moro está repleta de  pequenos causos, que juntos formam um história. Uma história plena de emoções... A MINHA HISTÓRIA!
Para culminar minha conclusão, ontem, um dos primos perto de quem fui criada veio me visitar e disse que nossa VóNê gostaria muito daqui. Depois daquele comentário, senti que existe história em mim e que minha casa sou eu.
A MINHA CASA, não apenas no sentido de propriedade, mas principalmente no sentido de ESPAÇO, de INDIVIDUALIDADE, de LAR...

Quero que meus amigos conheçam meu lar.
No próximo post, começaremos um tour.
Venham!

4 de set de 2011

O AMOR É OUTRA COISA;-)

- O amor não ilumina o seu caminho. O nome disso é poste. O amor é outra coisa.
- O amor não é aquilo que não tem tamanho. O nome disso é anão. O amor é outra coisa.
- O amor não é um contentamento descontente. O nome disso é transtorno bipolar. O amor é outra coisa.
- O amor não é aquilo que supera barreiras. O nome disso é gol de falta. O amor é outra coisa.
- O amor não é aquilo que custa caro, acaba rápido e pode ser substituído pelo álcool. O nome disso é gasolina. Amor é outra coisa.
- O amor não faz coisas que até Deus duvida. O nome disso é Lady Gaga. O amor é outra coisa.
- O amor não traça o seu destino. O nome disso é GPS. O amor é outra coisa.
- O amor não é aquilo que sobrevive a qualquer luta ou obstáculo. O nome disso é Chuck Norris. O amor é outra coisa.
- O amor não te impressiona com loucuras em público. O nome disso é esquizofrenia. O amor é outra coisa.
- O amor não te dá forças para superar os obstáculos. O nome disso é tração nas quatro rodas. O amor é outra coisa.
- O amor não te deixa mais frágil e sensível. O nome disso é osteoporose. O amor é outra coisa.
- O amor não mostra o que realmente existe dentro de você. O nome disso é endoscopia. O amor é outra coisa.
- O amor não atrai os opostos. O nome disse é imã. Amor é outra coisa.
- O amor não é aquilo que dura para sempre. Isso é Sarney e Hebe Camargo. O amor é outra coisa.
- O amor não é aquilo que surge do nada e em pouco tempo está mandando em você. Isso é Dilma Rousseff. O amor é outra coisa.
- O amor não é aquilo que te deixa sem fôlego. O nome disso é asma. O amor é outra coisa
- O amor não te faz subir pelas paredes. O nome disso é alpinismo. O amor é outra coisa.

Sempre que possível, converse com um saco de cimento. Nessa vida só devemos acreditar naquilo que um dia pode ser concreto. (Autor Anônimo) ...


2 de set de 2011

INSTINTO & RACIOCÍNIO

Eu sempre estive um tanto acima do peso ideal pra minha altura, que nunca foi grande coisa... Ainda criança, questionei:
- Mãe, eu queria ser como os bichos... eu nunca vi girafa gorda, nem elefante magro...
Ela riu e explicou:
“- É uma longa história: quando Deus criou o mundo, deu aos bichos uma coisa chamada instinto que eles seguem sem questionar e quando criou o ser humano, deu um dom especial chamado raciocínio".
Aceitei a explicação e acreditei nela, pois fazia sentido com o que eu via  e com que eu ouvia nas aulas de catequese.
E segui "prestando atenção na vida", o que fez de mim a ‘achóloga’ que sou hoje;-)
Insisto que cada ser humano deveria procurar saber como é o comportamento de cada espécie animal, sabendo que o comportamento dos bichos é guiado por seu instinto e, termos uma convivência agradável com eles.
Bichos são como são... nem bons, nem maus, apenas são e, por apenas serem, assimilam a índole do próximo humano.
Quer gostemos dos bichos ou não, o fato é que eles estão aqui. Podemos decidir por matar todos... e talvez até consigamos, pois podemos racionar e ‘bolar’ um jeito... mas eles são parte de um plano maior, no qual não convém interferirmos mais do que já interferimos...
O instinto é uma inteligência rudimentar e sem raciocínio.
O Homem, enquanto animal que é, também tem instinto... mas, o ser humano foi contemplado com um “plus”- o RACIOCÍNIO.
Assim:
Instinto + raciocínio = animal racional = SER HUMANO (capacidade para entender, julgar, concluir, etc); ou
Assim:
Instinto = animal irracional + BICHO ( incapacidade para entender, julgar, concluir, etc).

 Bichos têm sentimentos?
“Quem gosta de bicho não duvida que seus companheiros de estimação sentem simpatia, indignação, ou gratidão; cientistas, porém, fazem distinção entre respostas a estímulos e a interpretação das próprias emoções.“
por Klaus Wilhelm

Eu gosto de bichos e não sou cientista. Portanto gosto de acreditar/pensar que  meus pets têm sentimentos... mesmo que esses sentimentos sejam limitados pelos seus instintos animais e por minhas fantasias racionais;=)

1 de set de 2011

AGORA VAI!!!!

Uma mescla de coisas, ora ruins, ora boas: chama-se VIDA e nunca pára.
Lembram da foto aí?

Com a ajuda do meu filho Fábio (advogado) interpus uma ação, cujo objetivo indireto é dar um 'puxão de orelha' no motorista que cometeu o absurdo de estacionar bem onde começa uma passagem para pedestres, no estacionamento de um shopping.
Em seguida o Juízo foi informado sobre o proprietário do carro.
Houve uma audiência conciliatória, mas a ré não compareceu porque não havia indicador da eficácia da citação. Assim, foi marcada nova audiência para o dia 27 de setembro.
Hoje recebi um e-mail que me alegrou.
Vejam:
Sent: Thursday, September 01, 2011 1:28 PM
To: Janice
Subject: CITAÇÃO DA RÉ

MÃE, A RÉ FOI CITADA! SEGUE CERTIDÃO NO ANEXO...

AGORA VAI!!!!