PÁGINAS INDEPENDENTES

27 de mai de 2012

O CAMINHO DE NESTOR E CLARA


Este legado me inspirou e escrevi:

Clara era bem jovem e ainda não tivera tempo de conhecer-se.
Apaixonou-se e teve sua paixão correspondida pelo Nestor, que também era bem jovem. Um dia, veio o “diagnóstico” da VIDA, através de uma frase de Nestor:
-“Cada um de nós precisa de um tempo para si mesmo...”.
- Mas... mas... por que?... p’ra que??????
Clara ficou confusa e Nestor parecia firme e consciente, apesar da tristeza estampada em seu rosto.
-“Minha querida Clara! Você não vai me perder... você vai SE ganhar! Eu vou ME ganhar! Um dia voltaremos a nos encontrar por inteiro.”.
E saiu, limpando uma lágrima teimosa, que Clara não viu.
Clara ficou meio desesperada por um tempo, mas depois se conformou... pensou e repensou o assunto e, afinal, viu que Nestor tinha razão.

Cinco anos se passaram... Clara cultivou um jardim e cuidou dele... um dia estava regando as plantas e contemplando as flores, quando uma linda borboleta colorida veio pousar no seu ombro.
Olhou para o pequeno portão do jardim e viu um rosto sorridente estendo-lhe a mão... correu até o portão e segurou na mão que lhe era estendida.
E, de mãos dadas, Nestor e Clara caminharam, com passos firmes, pelas alamedas da VIDA.


Borboletas voavam
entre o céu e o caminho trilhado por Nestor e Clara....

16 comentários:

  1. Oi Jan, fiquei emocionada lendo essa história. Parece coisa real de tão bonita. Clara cultivou realmente um grande jardim.

    Desejo que sua semana seja só de benção.

    Grande abraço!
    Beijos no ♥♥♥♥

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    1. Olá Smareis
      A realidade está no pensamento do Quintana.
      O texto que escrevi é fictício mesmo.
      Que bom que você gostou;-) Fico bem feliz.

      Abração
      Jan

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  2. Jan,
    mais que doce,sábia inspiração que narrou este conto sobre o amadurecimento do amor, que só é válido quando desejado,procurado, aí sim, realizado.
    Lindo!
    Bjos,
    Calu

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    1. Olá Calu
      "amadurecimento do amor" creio que você acaba de sintetizar a mensagem de Quintana...
      Seus "pitecos" aqui são sempre interessantes;-)

      Abç Jan

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  3. Oi Jan,

    que lindo! Dá até para ser um trecho de um romance!
    Escreva sempre!
    bjsss

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    1. Olá Anna.
      Pela primeira vez ousei entrar no terreno da ficção... sabe que eu gostei?;-)

      Abç Jan

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  4. Oi Oi Oi!

    Sei que tem muito tempo que não faço uma visita por aqui, mas eu mudei de internet e tive que ficar aguardando a instalação e quase não conseguia entrar no blog. Mas vim aqui dizer que agora estou totalmente de volta :) E contanto com sua visita no meu blog também!

    Beijos no coração!

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  5. Oi Jan!!!

    Devo me desculpar também com você pelo meu sumiço,involuntário,mas agora "tô voltando",de armas e bagagens,tá?
    Adorei a sua história terna e delicada...o final feliz com as borboletas em revoada foi como um final de filme dos Anos Dourados:The End e as cortinas se fechavam,mas a história nos acompanhava em nossos sonhos adolescentes...
    Bjssss,amiga e obrigada pela visita,
    Leninha

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    1. Oi, Leninha!
      "... como um filme dos Anos Dourados".
      Qualquer semelhança...:-))))))))))))))))))))))))))))

      Abç Jan

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  6. Olá JAN,

    As belas palavras de Mário Quintana lhe inspiraram um belo conto.
    Autoconhecimento é fundamental para a construção de relacionamentos sadios e plenos.

    Beijo.

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    1. Viu Vera!?!?!
      É por isso que adoro o Quintana.

      Abç Jan

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  7. " Borboletas voavam
    entre o céu e o caminho trilhado " Amei!

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    1. Adoro a liberdade das borboletas voando.
      Valeu Luciana!

      Abç Jan

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  8. Você é muito boa escrevendo ficção. Embora toda ficção tenha muito, ou ao menos um pouco, da realidade.
    É muito difícil se relacionar com alguém quando não estamos preparados, não estamos bem conosco mesmos.

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    1. Ninguém escreve nada "do nada"... sempre se tem uma referência... um ponto de apoio.

      Sobre relacionar-se: é exatamente como diz o Quintana.

      Abç Jan

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